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Emprego no YouTube: atenção ao GOLPE da plataforma. Saiba como se proteger!

Golpe que oferece emprego na plataforma de vídeos YouTube é o mais recente aplicado pelos criminosos. Saiba como se proteger

Emprego no YouTube: atencao ao GOLPE da plataforma
Emprego no YouTube: atencao ao GOLPE da plataforma

O Youtube, plataforma de vídeos mais popular do mundo, está sendo utilizada por criminoso para aplicar o mais novo golpe via internet em milhares de vítimas.

No golpe, os criminosos entram em contato com a vítima através do Whatsapp e se apresentam como representantes de agências de tecnologia com uma falsa promessa de emprego no YouTube.

De acordo com os golpistas, basta a pessoa seguir determinados canais e curtir seus vídeos no YouTube para conseguirem uma renda entre R$ 500 e R$ 8.000 por dia.

Ou seja, quanto mais canais seguir e vídeos curtir, mais a pessoa vai receber do próprio Youtube. Porém, isso é um golpe e você deve ficar atento.

Segundo os golpistas, o trabalho foca na promoção das marcas e canais que você vai seguir e curtir

Mas o próprio YouTube alertou que seus termos de uso não permitem esse tipo de prática.

Essa não é a primeira vez que esse tipo de golpe é aplicado, em outras situações os golpistas usaram o nome da Magazine Luiza e da Amazon.

Golpe do emprego no Youtube

Os criminosos entram em contato com a vítima e se apresentam como relações públicas ou criadores de conteúdos de canais do Youtube.

Para convencer a vítima, os criminosos chegam literalmente a oferecer um emprego.

Durante o golpe, os criminosos solicitam o Pix da pessoa, assim como solicitam sua conta no Youtube e contato do Telegram, para que possam receber as listas diárias com todos os canais do Youtube que receberão os seguidores.

Como uma forma de convencer a vítima, os criminosos ainda fazem um Pix na hora de R$ 10 ou R$ 20.

Contudo, logo após o trabalho começa, os pagamentos param.

O objetivo na verdade é roubar dados pessoas e bancários das vítimas.

Dinheiro fácil, só assistindo filmes?

Como dissemos anteriormente, através do whatsapp ou do Telegram, os criminosos entram em contato com as vítimas e se passam por representantes de grandes empresas.

Porém, essa não é um procedimento que as grandes empresas adotam para abordar seus possíveis colaboradores.

O mais comum, é que elas entrem em contato por e-mail e por aplicativos e plataformas especificas, como a Gupy, por exemplo.

Outra dica importante, é nunca clicar em nenhum link que por ventura os criminosos enviem.

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